Refletir . . .

Refletir...

 A muito tempo venho me perguntando, o que vale a pena nesta vida tão corrida?
É interessante pensar que, a vida da mulher vem sofrendo grandes modificações ao longo da história, começamos nossa pequena vida sendo crianças, crescemos e um dia nos descobrimos cheias de vontade, somos então adolescentes, com o passar do tempo nos descobrimos "mulher" e o mais interessante é o pacote que vem junto: trabalho! A liberdade sonhada se transforma num emaranhado de teias complexas que nos sugam até o último suspiro, num tentar louco para sair deste emaranhado. Descobrimos então, que tudo tem consequência, para deixar de ser criança temos que virar adultos, mas para deixar de ser adultos, não dá  para agirmos como crianças. Embora tenhamos vontade de agir assim de vez em quando, não é mesmo?
A rotina diária de uma mulher é uma loucura, já parou para pensar? Em qual momento do seu dia, você vive para você, sem se preocupar com o seu trabalho ou com sua família?
Os dias se passam e a vida vai no enredo que você a transformou, você dança conforme a música que você ouve, você caminha conforme a largura de seus passos e o mais interessante é que poucos param para observar o porquê de tudo isso... 
Compensa agir desta maneira? O que vc tem ganho com isso? Se vc tem família, ela tem vivido em torno de vc e para vc, ou vc tem vivido em torno dela e para ela?
Se vc conseguiu ler até o final, é porque com certeza, está preocupado com o rumo que sua vida tem tomado...
Ora a seu favor, ora contra você...
Reflita e tente viver sem culpas...

Enquete pedagógica:

Olá, Gostaria muito que vc pudesse participar de uma enquete pedadógica, segundo José Carlos Libâneo "A escola pública brasileira é um sonho fracassado. Então ele questiona: Falharam as escolas ou as políticas educacionais?
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Como ensinar diante dos novos alunos de hoje?

Um grande problema da educação atual é a forma como estamos ensinando  nossos alunos, segundo a IV Edipe do Estado de Goiás, realizado no último dia 18 a 20 de maio na cidade de Goiânia, no prédio da PUC, esta problemática vem transformando toda a educação brasileira.
Vários autores defenderam a tese de que os  professores da atualidade  precisam aprender a  trabalhar com os novos tipos de alunos, sem por a culpa na família, pois a mesma não é  a única responsável pela educação da criança.